Idenilde Araújo Alves da Costa, conhecida pelo nome artístico de Núbia Lafayette, (Assu, 21 de janeiro de 1937 — Niterói, 18 de junho de 2007) foi uma cantora brasileira. Núbia nasceu em Assu, no interior do estado do Rio Grande do Norte, onde residiu até os três anos, idade que tinha quando a família se mudou para o Rio de Janeiro. Desde tenra idade demonstrou talento para a música apresentando-se em programas infantis desde os 8 anos de idade . A carreira de Idenilde teve início na década de 1950, com o nome artístico de Nilde Araújo. Nessa época trabalhava como vendedora nas Lojas Pernambucanas do Rio de Janeiro quando resolveu participar no programa de calouros "A voz de ouro", da TV Tupi, interpretando canções da época. Foi crooner da boite Cave do Rio e estreou cantando Dalva de Oliveira. O nome artístico definitivo de Núbia Lafayette foi adaptado em 1960 por sugestão do compositor Adelino Moreira. Foi este compositor que à gravadora RCA, com o apoio de Nelson Gonçalves. Foi nesse ano que gravou o seu primeiro disco com o samba-canção "Devolvi", de Adelino Moreira. Este trabalho projectou-a definitivamente como cantora romântica e popular. O número de cantores que se dizem influenciados por Núbia Lafayette é vasto e inclui nomes como Alcione, Fafá de Belém, Elymar Santos, Tânia Alves e a cantora alagoana Rose D' Paula. Núbia continuou a participar em programas especiais e apresentações esporádicas até ao fim da sua vida. Morava em Maricá, no litoral do estado do Rio de Janeiro.
Doença e morte
Núbia sofreu um AVC hemorrágico no dia 10 de Março de 2007, tendo ficado internada 10 dias. No dia 25 de Maio do mesmo ano voltou a ser internada no Hospital de Clínicas Niterói devido a complicações. Faleceu aos 70 anos de idade.
Discografia
Solidão (1959) - pela gravadora RCA Camden Devolvi (1960) - Compacto pela gravadora RCA Camden Devoção (1961) - pela gravadora RCA Camden Diferente (1962)- Pela gravadora RCA Camden Eu, Núbia Lafayette (1963) - pela gravadora RCA Camden Triste Madrugada (1964) - pela gravadora RCA Victor Noites sem fim (1965) - pela gravadora RCA Camden Nem Eu, nem Tu, Ninguém (1970) - pela gravadora Philips Núbia Lafayette (1971) - pela gravadora CBS Casa e Comida (1972) - pela gravadora CBS De quem eu gosto (1973) - Compacto pela gravadora CBS Núbia Lafayette (1974) - pela gravadora CBS Abandono Cruel (1975) - pela gravadora CBS Núbia Lafayette (1976) - pela gravadora CBS Migalhas (1977) - pela gravadora CBS Núbia Lafayette (1978) - pela gravadora CBS Núbia Lafayette (1980) - pela gravadora CBS Os vinte anos artísticos de Núbia Lafayette (1981) - pela gravadora CBS
Coletâneas
A Voz Quente de Núbia Lafayette (1971) - pela gravadora RCA
O Trio Irakitan é um conjunto vocal e instrumental, criado em 1950 por Edison Reis de França, Edinho, Paulo Gilvan Duarte Bezerril (conhecido no meio artístico como Paulo Gilvan), e por João da Costa Neto, o Joãozinho. O primeiro nome dado ao trio foi Trio Muirakitan, escolhido por Luís da Câmara Cascudo, que significa pedra verde em tupi-guarani. Como na época já havia um trio com o mesmo nome, Câmara Cascudo resolveu criar um neologismo, rebatizando o grupo de Trio Irakitan, que, segundo Paulo Gilvan, significa mel verde, ou numa linguagem poética, doce esperança.
DISCOGRAFIA
(2003) Trio Irakitan • EMI Music • CD (2001) Série Quatro em um - Trio Irakitan/Trio Nagô/Trio de Ouro/Tamba Trio (2001) Trio Irakitan - Para sempre • EMI Music • CD (2000) Explode coração • Gema • CD (1997) Meus momentos - Trio Irakitan - volume 2 • EMI Music • CD (1994) Meus momentos • EMI-Odeon • CD (1993) Trio Irakitan - De coração a coração • RCA • LP (1990) Trio Irakitan-20 boleros inesquecíveis • Som Livre • LP (1989) Interamericana Seguros - Ritmos interamericanos en castellano • CBS • LP (1988) Antologia do bolero • EMI/Odeon • LP (1987) Trio Irakitan - Músicas que arrepiam • Polydisc • LP (1985) Trio Irakitan - Quantos momentos bonitos • Barclay • LP (1984) Trio Irakitan - Você é muito mais... • Barclay • LP (1983) Trio Irakitan - Sempre romântico • GEMINI • LP (1976) Trio Irakitan - Eternamente • RCA CAMDEN • LP (1975) Trio Irakitan - Os sucessos que gostamos de cantar • Continental • LP (1975) Trio Irakitan - 25 anos de sucessos • Odeon/Coronado • LP (1974) Carimbo - O balanço da selva - Trio Irakitan • Continental • LP (1974) O Trio IRAKITAN e AS GATAS - Carnaval Potiguar (1970) Trio Irakitan - Sempre o bolero • Odeon • LP (1970) Trio Irakitan - Sempre o bolero • Odeon • LP (1969) Trio Irakitan - Canta sucessos • Odeon • LP (1969) Trio Irakitan canta o sucesso • Odeon • LP (1969) Canções para crianças de 6 a 60! - Trio Irakitan • Imperial • LP (1968) Tira teima - Trio Irakitan • Odeon • LP (1968) Trio Irakitan • Odeon • LP (1968) Nuestros boleros - Trio Irakitan en castellano • Odeon • LP (1968) Trio Irakitan - Quando sai de Cuba/Embolada da mentira/Vida bacana/ (1967) A volta - Trio Irakitan • Odeon • LP (1967) Ébrio de amor/Malagueña - Trio Irakitan • Odeon • Compacto simples (1965) 10 anos de sucessos do Trio Irakitan • ODEON • LP (1965) Nat King Cole - A meus amigos • Capitol • LP (1965) La cosecha de mujeres/La cumbia cienaguera - Trio Irakitan (1964) A bossa que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1964) Boleros e vozes que agradam milhões - Trio Irakitan • Odeon • LP (1964) Trio Irakitan - Perfídia/Marimba/Até amanhã/Helena vem me buscar • Odeon • (1963) Lá, muito além/Tômbola • Odeon • 78 (1963) Trio Irakitan • Odeon • LP (1963) Mais uma vez boleros - Trio Irakitan • Odeon • LP (1963) Trio Irakitan - Balansamba/Camaradinho/Riacho da encruzilhada/Tão só (1962) Perfídia/Neurastênico • Odeon • 78 (1962) Pitota/E a vida continua • Odeon • 78 (1962) Cuando calienta el sol/Sambatucamba • Odeon • 78 (1962) Trio Irakitan - Cuando calienta el sol/Porque, assim/Sambatucamba/ (1961) Gregório Barrios & Trio Irakitan • Odeon • LP (1961) Não deixe a peteca cair/Good-good • Odeon • 78 (1961) Mais sambas que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1961) Outros boleros que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1961) Nós gostamos de cantar sambas - Trio Irakitan • Odeon • LP (1961) Trio Irakitan - Nossa casa de chá, chá, chá • Odeon • LP (1960) Paz em nosso lar/Dona baratinha • Odeon • 78 (1960) Pra lá de bom/O matador • Odeon • 78 (1960) Sempre alerta - Trio Irakitan • Odeon • LP (1959) La barca/Sete notas de amor • Odeon • 78 (1959) Ai Diana/Idéias erradas • Odeon • 78 (1959) A Lapa hoje em dia/Señorita Luna • Odeon • 78 (1959) Aqueles olhos verdes/Canção da aeromoça • Odeon • 78 (1959) Outros sambas que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1959) Os boleros que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1958) De perna bamba/Apaixonada • Odeon • 78 (1958) Cachito/Eu vim morar no Rio • Odeon • 78 (1958) Brincando de amor/Pra que reviver • Odeon • 78 (1958) Os brasileiros na Europa -Trio Irakitan, Sivuca, Abel Ferreira, Pernambuco, (1957) Hino ao músico/Casa mi fia • Odeon • 78 (1957) Bá/Vida, vida • Odeon • 78 (1957) Os sambas que gostamos de cantar - Trio Irakitan • Odeon • LP (1957) As vozes e o ritmo do Trio Irakitan • Odeon • LP (1956) Assim é o meu Rio/Siga • Odeon • 78 (1956) Dorme mamãe/A bela de Itapoan • Odeon • 78 (1956) La Rodriguez/Andorinha preta • Odeon • 78 (1956) Lendas e pregões do Brasil • Odeon • LP (1955) Segredo/Te sigo esperando • Odeon • 78 (1955) Ave-Maria no morro/Os quindins de iaiá • Odeon • 78 (1955) Samba fantástico • Odeon • 78 (1955) Feliz Natal...Boas Festas/O Natal chegou • Odeon • 78 (1954) Contigo na distância/Sina de cangaceiro • Odeon • 78 (1954) Sinceridade/Sodade doida • Odeon • 78 (1954) Três vozes que encantam-Trio Irakitan • Odeon • LP
Consuelo Velásquez Torres (Ciudad Guzmán/Zapotlán el Grande, Jalisco, 21 de agosto de 1924 – Cidade do México, 22 de janeiro de 2005) foi uma pianista e compositora mexicana que fez estrondoso sucesso no Brasil nas décadas de 40 e 50 com a música Bésame Mucho. Bésame mucho é também conhecida como Kiss Me Much, Kiss Me a Lot, Kiss Me Again and Again, Embrasse-Moi e Stale Ma Boskavaj. A canção foi traduzida a mais de 20 idiomas e chegou também a ser um ícone dentro da música popular mexicana. A canção: "Beija-me muito [Besame mucho]", chegou a ser gravada por diversos cantores populares do Brasil, entre eles Teixeirinha e Raul Gil. Em 1976, a canção chegou a fazer parte da trilha sonora do filme: "Carmen, a Cigana", estrelado por Teixeirinha.
Algumas canções
Amar y vivir (bolero) Bésame mucho Cachito Corazón (bolero) Franqueza (bolero) Verdad amarga (bolero)
Roberto Luna (nascido Valdemar Farias em Serraria, 1 de dezembro de 1929) é um cantor brasileiro. Fez sucesso com a canção Castigo, gravada em 1958. Tem no currículo mais de 60 LPs e ganhou vários prêmios importantes. Antes da fama, foi crooner de várias casas noturnas cariocas. No cinema, atuou no filme O Bandido da Luz Vermelha, que o consagrou como um dos artistas mais queridos da época. Dentre seus maiores sucessos figuram "Molambo", que fez parte da trilha sonora da minissérie Hilda Furacão, "O Relógio" e a versão de "El dia que me Quieras".
Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani (Taubaté, 8 de março de 1929) é uma consagrada apresentadora de televisão, atriz e cantora brasileira. Ravagnani é seu sobrenome de casada. Nascida em Taubaté, filha de Ester e Sigesfredo Monteiro de Camargo (apelidao de Fego), Hebe teve uma infância humilde. Na década de 1940, formou, com sua irmã Stella Camargo Reis, a dupla caipira "Rosalinda e Florisbela". Seguiu na carreira de cantora com apresentações de sambas e boleros em boates, quando abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio e à televisão. Ela estava no grupo que foi ao porto da cidade de Santos buscar os equipamentos de televisão para a formação da primeira rede brasileira, a Rede Tupi. Foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira, no bairro do Sumaré, na cidade de São Paulo, em 1950. No primeiro dia de transmissões da Rede Tupi, Hebe Camargo deveria cantar logo no início das transmissões o "Hino da Televisão", mas alegou estar doente e faltou ao evento, sendo substituída por Lolita Rodrigues. Durante muito tempo as duas, que são amigas desde aquela época, não admitiram se Hebe deixou de cantar o Hino porque estava doente ou se foi por causa de um encontro amoroso. No programa "Irritando Fernanda Young", exibido no dia 30 de dezembro de 2002 pelo canal pago GNT ela revelou ter ido acompanhar seu namorado na época numa cerimônia, onde ele seria promovido, no Teatro Cultura Artística. O programa Rancho Alegre (1950) foi um dos primeiros programas em que Hebe participou na TV Tupi, Canal 3, de São Paulo: Hebe fez um dueto com o cantor Ivon Curi, sentada em um balanço de parquinho infantil. Estas imagens estão gravadas em filme e são consideradas relíquias da televisão brasileira, uma vez que o videotape ainda não existia e na época não se guardava a programação em acervos, como atualmente. A estreia na TV ocorreu, em 1955, no primeiro programa feminino da TV brasileira, O Mundo é das Mulheres, onde chegou a apresentar cinco programas por semana. Em 10 de abril de 1966, vai ao ar, pela primeira vez, o programa dominical de Hebe Camargo, pela TV Record (Canal 7 de São Paulo, atual Rede Record); o programa a consagra como entrevistadora e ela se torna líder absoluta de audiência, acompanhada do músico Caçulinha e seu Regional. Durante a Jovem Guarda, Hebe deu espaço a novos talentos, como Roberto Carlos, Martinha, Wanderléa e Ronnie Von, a quem apelidou de Príncipe. Logo depois, a apresentadora Cidinha Campos veio ajudá-la nas entrevistas. Hebe também arranjava tempo para o seu programa diário na Jovem Pan - Rádio Panamericana. Hebe passou por quase todas as emissoras de TV do Brasil, entre elas a Record e a Bandeirantes, nas décadas de 1970 e 1980. Desde 1986 Hebe está no SBT, onde já apresentou três programas: Hebe, que ainda está no ar, Hebe por Elas e Fora do Ar, além de participar do Teleton e em especiais humorísticos, como um quadro do espetáculo da entrega do Troféu Roquette Pinto, Romeu e Julieta, em que contracenou com Ronald Golias e Nair Bello, já falecidos, artistas que foram grandes amigos da apresentadora. O programa Hebe, no ar desde o dia 4 de março de 1986, atualmente nas noites de segunda-feira, e durante algum tempo nas noites de terça-feira e sábados, a apresentadora recebe convidados para pequenos debates e apresentações musicais: todos se sentam em um confortável sofá, que é quase uma instituição da televisão brasileira. Atrações internacionais como Julio Iglesias, Enrique Iglesias, Laura Pausini, Thalia, Gloria Stefan, Shakira, Sarah Brightman, entre outros, são convidados recorrentes no programa. Em 1995, a gravadora EMI lançou um CD com os maiores sucessos de Hebe.
Em 1999 voltou a lançar um CD. Em 22 de abril de 2006 comemorou o 1.000º programa pelo SBT. Atualmente, o programa Hebe é exibido todas as segundas-feiras, às 21:00. Além da carreira de apresentadora e cantora, Hebe atuou em alguns filmes e foi convidada especial de telenovelas, programas humorísticos e entrevistas em telejornais.
Doença
No dia 8 de janeiro de 2010, Hebe foi internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo.Informações preliminares adiantavam que ela passaria por uma cirurgia para a retirada de um tumor no estômago. Um boletim emitido posteriormente pelo hospital divulgou que Hebe foi submetida a uma laparoscopia diagnóstica, que encontrou nódulos no peritônio.O resultado da análise confirmou a existência de um tumor primário na região.
Filho e casamento
É viúva do empresário Lélio Ravagnani. Tem um filho com ele chamado Marcello, que também é empresário. Em uma entrevista a revista Veja, declarou que aos 18 anos, na sua primeira vez, engravidou do seu namorado, o empresário Luíz Ramos. Como ele a traía constantemente e por ser vergonhoso para os pais terem uma filha mãe solteira, ela, sem contar a ninguém, decidiu fazer um aborto, que foi sem anestesia e a fez sofrer muito, por semanas. Diz que não se arrepende e fez isso na hora certa. Não poderia ter um filho naquela época, afirmou.
DVD Ao Vivo (2010)
Aos 81 anos, "Hebe Camargo" se prepara para gravar seu primeiro DVD ao vivo. Em dois shows, um em São Paulo, no Credicard Hall (em 27 de outubro de 2010) e outro no Rio de Janeiro, no Citibank Hall (em 24 de novembro de 2010), a loira irá dividir o palco com personalidades da música brasileira. Fábio Jr., Daniel, Leonardo, Maria Rita, Paula Fernandes, Chitãozinho e Xororó e Bruno e Marrone estarão ao lado da diva brasileira em momento marcante de sua carreira. "O show está bem variado. Penso que nem preciso ir, vou ficar só assistindo…", diz. "Meu maior medo é ninguém aparecer", contou ela em encontro com a imprensa em São Paulo, nesta terça-feira (21). "Jamais dei uma coletiva. Estou assustada", revelou. No CD, que chega às lojas na primeira semana de outubro de 2010, "Hebe" ainda divide canções com grandes personalidades da música, como Roberto Carlos. "Eu gravei minha parte em São Paulo e os meus convidados no Rio de Janeiro", contou ela, relembrando que nomes como Daniel Boaventura e Ivan Lins também estão no projeto. No paSsado, a rainha da televisão precisou escolher entre seguir a carreira de apresentadora ou a música. "Fiz dois discos antes desse, mas não foram muito bons. Acho que é porque a apresentadora estava cobrindo a cantora." Questionada de onde tira tanta energia para seguir em turnê (que deve começar em março de 2011), ela é rápida: "a alegria de ter uma recuperação rápida (Hebe passou por um câncer no início do ano) me deu essa energia… Além disso, me alimento bem e durmo que nem uma bonequinha. Costumo brincar que sou uma artista", explicou ela que, depois de se apresentar em São Paulo e Rio para a gravação do DVD ao vivo segue para outras capitais brasileiros. "Com certeza faremos Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador… Serão 12 shows, um por mês. Se der, eu faço mais."
Trabalhos Televisão
1986 a 2010 - Hebe - SBT 2010 - Fantástico - Globo 2010 - SBT - Brasil - SBT 2009 - Elas Cantam Roberto - Globo 2007 - Amigas e Rivais - SBT 2005 - Fora do Ar - SBT 2003 - Romeu e Julieta Versão 3 - SBT 2001 - SBT Palace Hotel - SBT 2000 - TV Ano 50 - Globo 1995 - Escolinha do Golias - SBT 1990 - Romeu e Julieta Versão 2 - SBT 1980 - Cavalo Amarelo - Band 1978 - O Profeta - TV Tupi 1970 - As Pupilas do Senhor Reitor - TV Record 1968 - Romeu e Julieta Versão 1 - TV Record 1950 - Primeira Apresentação Musical da TV Brasileira - TV Tupi
Cinema
2009 - Xuxa e o Mistério de Feiurinha 2005 - Coisa de Mulher 2000 - Dinossauro (dublagem da personagem Baylene em português) 1960 - Zé do Periquito 1951 - Liana, a Pecadora 1949 - Quase no Céu
Na Música
Hebe e Vocês (1959) Festa de Ritmos (1961) Hebe Camargo (1966) Maiores Sucessos (1995) Pra Você (1998) Como É Grande o Meu Amor Por Vocês (2001) As Mais Gostosas Da Hebe (2007) Hebe Mulher (2010)
Agnaldo Coniglio Rayol (Niterói, 3 de maio de 1938) é um ator e cantor brasileiro, conhecido pela voz afinada e o repertório romântico, em que despontam, nos anos mais recentes, canções italianas. Agnaldo Rayol iniciou a carreira de cantor aos oito anos na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, no programa Papel carbono, de Renato Murce, e aos doze anos estréia no cinema, no filme Também Somos Irmãos. Depois de morar algum tempo em Natal, RN, voltou em 1951 ao Rio de Janeiro e participou do filme Maior Que o Ódio. Foi obrigado a parar de cantar entre 1952 e 1954, por causa de mudanças hormonais próprias da adolescência, que afetaram a voz. A partir no final dos anos 50 quando a voz potente de adulto se estabiliza, firma-se na carreira, levando adiante o estilo impostado e operístico comum aos cantores da geração anterior, como Vicente Celestino e Francisco Alves. Como exemplo dessa peculiar forma de cantar, a magistral interpretação da Ave Maria emocionou noivas de várias gerações, que não hesitavam em pagar o caro cachê para tê-lo cantando em cerimônias de casamento. Em 1956 foi contratado pela Rádio Tupi e dois anos depois gravou o primeiro disco pela gravadora Copacabana.
O auge da carreira acontece na década de 60, com programas próprios na TV Record, entre eles Agnaldo RayoI Show e Corte RayoI Show, ao lado do humorista Renato Corte Real, um sucesso sem precedentes. Foi uma das atrações da edição de estréia do programa Jovem Guarda. No cinema. protagonizou Agnaldo - Perigo à Vista em 1969 e, ainda como ator, esteve no elenco das novelas Mãe (1964), O Caminho das Estrelas (1965), A Última Testemunha(1968) e As Pupilas do Senhor Reitor (1970).
Nos anos 80, comandou por 8 anos o grande sucesso Festa Baile, programa musical produzido pela TV Cultura de São Paulo. Em 1981, no Uruguai, ganhou o Festival Internacional da Canção, onde participaram cantores de todo o mundo. Agnaldo Rayol cantou também na Argentina, México, Estados Unidos, Portugal e Itália. Sempre fiel ao repertório romântico, nos anos 90 faz sucesso interpretando canções italianas, língua que domina perfeitamente, por ser a mãe nascida na Itália. Duas entram para o repertório de telenovelas da Rede Globo e estouram nas paradas: Mia Gioconda na novela O Rei do Gado e Tormento d’Amore, tema de abertura da novela Terra Nostra gravada em Londres em dueto com a soprano Charlotte Church. No dia 30 de abril de 2006 Agnaldo acabara de vir de um concerto e estava pronto para embarcar no aeroporto de Porto Alegre, quando tropeçou e caiu no chão, fraturando o fêmur da perna direita. Levado para o Hospital Mãe de Deus na capital gaúcha, esteve internado por uma semana e comemorou ali o 68º aniversário, numa festa organizada pelas freiras que comandam o serviço de enfermagem do hospital. No dia 11 de maio de 2007, cantou durante a missa de canonização de Frei Galvão pelo Papa Bento XVI, na pista de aviação do Campo de Marte, no bairro de Santana, na capital de São Paulo, Brasil.
Trabalhos no cinema
2004 - Olga del Volga 1976 - Possuída Pelo Pecado 1971 - A Herança 1970 - A Moreninha 1968 - Agnaldo, Perigo à Vista 1961 - Tristeza do Jeca 1960 - Zé do Periquito 1960 - Pistoleiro Bossa Nova 1959 - Garota Enxuta 1959 - Jeca Tatu 1958 - Uma Certa Lucrécia 1958 - Chofer de Praça 1951 - Maior Que o Odio 1949 - Também Somos Irmãos
Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo ou simplesmente Maysa (São Paulo, 6 de junho de 1936 — Niterói, 22 de janeiro de 1977), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Ao longo da sua carreira gravou 17 álbuns de estúdio. Segundo algumas fontes, Maysa teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do Estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro. Outras fontes, porém, afirmam que seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.
Maysa era neta do barão de Monjardim, que foi presidente da província do Espírito Santo por cinco vezes. Estudou no tradicional colégio paulistano Assunção e no Sacré-Cœur de Marie, em São Paulo.As férias, ela passava em Vitória, onde reencontrava os tios e os primos. Casou-se aos dezoito anos com o empresário André Matarazzo, dezessete anos mais velho, amigo de seus pais, e membro da conhecida família ítalo-brasileira Matarazzo de cuja união nasceu Jayme Monjardim Matarazzo, diretor de telenovelas e cinema, que foi criado pela avó e, posteriormente, num colégio interno na Espanha, para onde ele foi mandado após a morte do seu pai.
Desquitada do marido em 1957,pois ele se opôs à carreira musical, Maysa seguiria em frente fazendo grande sucesso com canções como Ouça e Meu Mundo Caiu de sua autoria que entraram para a história da música popular brasileira. Seus discos eram campeões de vendas, seus programas de Televisão eram muito prestigiados. Em 1958 Maysa se tornaria a cantora mais bem paga do Brasil ganhando pela segunda vez consecutiva o disputado troféu Roquette Pinto. Teve vários relacionamentos amorosos, entre eles, com o compositor Ronaldo Bôscoli, o empresário espanhol Miguel Azanza, o ator Carlos Alberto, o maestro Julio Medaglia, entre vários outros. Ao assumir o relacionamento com Miguel Azanza em 1963, Maysa estabeleceu residência na Espanha onde morou durante anos com o marido e o filho. Só retornou definitivamente ao Brasil em 1969. Na década de 70, Maysa se aventuraria pelo mundo das telenovelas e do teatro participando de produções como O Cafona, Bel-Ami e o espetáculo Woyzeck de George Büchner.
Fez inúmeras temporadas de grande sucesso em diversas casas de São Paulo como o Urso Branco, Di Mônaco, Oásis e do Rio de Janeiro como o Au Bon Gourmet, Number One, Canecão, Meia-Noite dentre outras casas tradicionais e famosas.Foi uma artista com intensa carreira internacional gravando vários discos no exterior nas maiores gravadoras acompanhada pelas melhores orquestras. Cantava em Espanhol, Francês, Inglês e Italiano. Excursionou pela América Latina, passando diversas vezes por Buenos Aires, Montevidéu, Lima e também por Caracas, Bogotá, Porto Rico e Cidade do México. Apresentou-se em Paris, Lisboa, Madri, Nova Iorque, Itália, Marrocos e Luanda. Cantando em casas famosas por todo o mundo como o Olympia de Paris, o Florida Park de [[Madri], o Blue Angel Night Club de Nova Iorque e a Boate Bussola na Toscana (Itália). A lua-de-mel com André Matarazzo consistiu numa viagem por toda a Europa, passando primeiro por Buenos Aires (na Argentina). O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool, e o cansaço devido ao trabalho exaustivo da cantora, teria provocado o acidente de carro, na Ponte Rio-Niterói, que a matou, quando dirigia a "Brasília azul" em alta velocidade, indo para sua casa de praia em Maricá, litoral fluminense.
Manteve contato com vários músicos da Bossa Nova, com os quais pôde expandir referências musicais. Excursionou pelo país ao lado do pianista Pedrinho Mattar, lotando casas de espetáculos como o Urso Branco em São Paulo. Participou de eventos memoráveis na história da música brasileira como o II Festival de música popular Brasileira da TV Record em 1966 e o I Festival Internacional da Canção também em 1966quando recebeu o prêmio de melhor intérprete da fase nacional e o 3º lugar por Dia das Rosas de Luís Bonfá e Maria Helena Toledo. As composições e as canções foram escolhidas de maneira a formar um repertório sob medida para o seu timbre, que não era o de uma voz vulgar—pelo contrário, possuía um viés melancólico e triste, que se tornou emblemática do gênero fossa ou samba-canção. Ao lado de Maysa, destacam-se Nora Ney, Ângela Maria e Dolores Duran. O gênero, comparado ao bolero, pela exaltação do tema amor-romântico ou pelo sofrimento de um amor não realizado, foi chamado também de dor-de-cotovelo. O samba canção (surgido na década de 1930) antecedeu o movimento da bossa nova (surgido ao final da década de 1950, em 1957), com o qual Maysa se identificou. Mas este último representou um refinamento e uma maior leveza nas melodias e interpretações em detrimento do drama e das melodias ressentidas, da dor-de-cotovelo. O legado de Maysa, ainda que aponte para dívidas históricas com a bossa, é o de uma cantora de voz mais arrastada do que as intérpretes da bossa e por isso aproxima-se antes do bolero.
Foram celebrizadas as seguintes interpretações: Felicidade Infeliz (Maysa), Solidão (Antônio Bruno), Bom dia, Tristeza (Adoniran Barbosa/ Vinicius de Moraes), Tristeza (Haroldo Lobo/ Niltinho), Ne Me Quitte Pas (Jacques Brel) e Bloco da Solidão (Jair Amorim/ Evaldo Gouveia). Também foram consagradas as seguintes interpretações: Adeus, Agonia, Dindi, Eu sei que vou te amar, Marcada, Meu mundo caiu, Não vou querer, Ouça, Resposta, Rindo de mim, Tarde triste, Diplomacia, O barquinho, Demais e Chão de Estrelas. Contemporânea da compositora e cantora Dolores Duran, Maysa compôs 26 canções, numa época em que havia poucas mulheres nessa atividade. Todas foram gravadas em Maysa por ela mesma, que alcançou grande sucesso. Maysa interpretava de maneira muito singular, personalista, com toda a voz, sentimento e expressão sendo um dos maiores nomes da canção intimista. Um canto gutural, ensejando momentos de solidão e de grande expressão afetiva. Um dos momentos antológicos desta caracterização dramática foi a apresentação, em 1974, de Chão de Estrelas (Sílvio Caldas e Orestes Barbosa), e de Ne Me Quitte Pas (10 de junho de 1976), tendo sido apresentadas em duas edições do programa Fantástico da Rede Globo. Em 1977, um trágico acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói encerrava a carreira e o brilho da estrela, que foi um dos maiores nomes da música popular brasileira.
Discografia Álbuns de Estúdio
Convite para ouvir Maysa (1956) Maysa (1957) Convite para ouvir Maysa n. 2 (1958) Convite para ouvir Maysa n. 3 (1958) Convite para ouvir Maysa n. 4 (1959) Maysa É Maysa... É Maysa... É Maysa (1959) Voltei (1960) Maysa Canta Sucessos (1960) Maysa, Amor... E Maysa (1961) Barquinho (1961) Maysa Sings Songs Before Dawn (1961) Canção do Amor Mais Triste (1962) Maysa (1964) Maysa (1966) Maysa (1969) Canecão Apresenta Maysa (1969) Ando Só Numa Multidão de Amores (1970) Maysa (1974)
Coletâneas
Os Grandes Sucessos de Maysa (1959) A Música de Maysa (1960) Ternura... É Maysa (1965) Canecão Apresenta Maysa (1969) Dois na Fossa - Maysa & Tito Madi (1975) Para Sempre Maysa (1977) Bom É Querer Bem (1978) Retrospecto vol. 3 (1979) Convite para ouvir Maysa (1988) Maysa Por Ela Mesma (1991) Tom Jobim por Maysa (1993) Maysa (1996) Bossa Nova por Maysa (1997) Simplesmente Maysa (2000) Quatro em Um - Volume 13 (2001) Retratos - Maysa (2004) Novo Millennium (2005) Maysa - Quando Fala o Coração (2009)
Orlando Dias, nome artístico de José Adauto Michiles (Recife, 1 de agosto de 1923 — Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2001), foi um cantor e compositor brasileiro. Cantor diferenciado e muito polêmico, seu principal sucesso foi Tenho ciúme de tudo. Gravou também músicas de apelo bem popular como Com pedra na mão e Coração de pedra. Cantor. Compositor. Neto de um violonista e também poeta, de quem herdou a veia artística e se iniciou na música. Em meados da década de 1940, casou-se e pouco depois ficou viúvo. Deixou Recife definitivamente em 1950.
Sua marca registrada eram suas interpretações cheias de estilo, exageradas, que se constituíam em verdadeiros "happenings" (o lenço branco acenado, gestual teatral, inclusive a mania de se ajoelhar no palco, declamação de versos emocionados e roupas desalinhadas), sendo portanto um dos precurssores do que hoje se chama estilo "brega-romântico".
Em 1938, deu início à carreira, participando de um programa de calouros sem sucesso. Logo depois, em outra tentativa na Rádio Clube de Pernambuco, foi mais feliz. Nessa época, costumava imitar o ídolo Orlando Silva. Na década de 1940, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde conseguiu contrato na Rádio Mayrink Veiga. Voltou ao Recife, por volta de 1946, mas depois da perda da esposa, decidiu voltar ao Rio de Janeiro. Gravou seu primeiro disco pela Todamérica em 1952, com "Tive ciúme", um samba de Almeida Freire E "Ainda não sei", um bolero de Peterpan. No ano seguinte lançou o samba "Não te quero bem nem mal", de J. Cascata e Leonel Azevedo. Em 1954 gravou o fox-trot "Façamos as pazes", de Luiz de França, Ubirajara Nesdan e Nelson Bastos. Em 1955 gravou na Mocambo o baião "Perigo de morte", de Gordurinha e Wilson de Morais. No fim da década de 1950, passou a cantar com o estilo que lhe deu fama. Em 1959 estreou na Odeon com os boleros "Se eu pudesse", de Valdir Machado e "Nas tuas horas de tristeza", de Cid Magalhães. Atingiu o auge de sua carreira no início dos anos 1960. Nessa época lançou da dupla Arsênio de Carvalho e Lourival Faissal a guarânia "Minha serás eternamente". Em 1961, lançou com sucesso o bolero "Tenho ciúmes de tudo", de Valdir Rocha. No ano seguinte gravou mais dois boleros de Valdir Machado, compositor do qual gravava composições frequentemente. Em 1963, gravou com êxito o LP "Se a vida fosse um sonho bom", trazendo, além da faixa-título, "Beija-me", ambas de autoria de Valdir Machado. Em 1965, lançou para o carnaval o samba "Saravá", de Zilda Gonçalves e Jorge Silva. Em 1966, lançou novo LP pela Odeon intitulado "O ator da canção", onde se destacaram as músicas "Sonho de amor", de Arsênio de Carvalho, e "Uma esmola", de Ramirez, com versão de Pedro Lopes. Em 1968, lançou o LP "O atual", também pela Odeon, com destaque para "Amor desesperado", de Dino Ramos, com versão de Romeu Nunes, e "Perdoa-me", de Manzareno, com versão de Rubem Carneiro. Em 1973, gravou novo LP Odeon com o título "O cantor mais popular do Brasil", com destaques para "Leva-me contigo", de sua própria autoria, e "Tu partiste", de Pedrinho. Nos anos 1980 passou a viajar pelo interior para divulgar seus discos, apresentando-se em rádios locais. Fez excursão à Europa e, em 1997, regravou vários sucessos em CD intitulado "Vinte supersucessos". Ao longo da carreira, vendeu cerca de 6 milhões de discos.
Altemar Dutra de Oliveira (Aimorés, 6 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 9 de novembro de 1983) foi um cantor brasileiro. Sucesso em toda a América Latina, interpretando obras como "Sentimental Demais", "O Trovador", "Brigas" e "Que Queres Tu de Mim", boa parte das canções de autoria da dupla Evaldo Gouveia e Jair Amorim, foi progressivamente destacando-se no gênero musical bolero. De fato, veio a ser aclamado como o "rei do bolero" no Brasil. Iniciou sua carreira na Rádio Difusora de Colatina, no Espírito Santo, localidade para onde sua família havia se mudado, cantando uma música de Francisco Alves. Antes de completar sua maioridade, seguiu para o Rio de Janeiro, levando uma carta de apresentação para o compositor Jair Amorim, que o encaminhou a amigos do meio artístico. Tentou a sorte como crooner em boates e casas de espetáculos.
Primeiro disco
Gravou seu primeiro disco na Tiger, com "Saudade que vem" (Oldemar Magalhães e Célio Ferreira) e "Somente uma vez" (Luís Mergulhão e Roberto Moreira). Por volta de 1963, foi levado por Jair Amorim para o programa Boleros Dentro da Noite, na Rádio Mundial, e no mesmo ano Joãozinho, do Trio Irakitan, levou-o para a Odeon, onde foi contratado. Logo atingiu os primeiros lugares nas paradas de sucesso com Tudo de mim (Evaldo Gouveia e Jair Amorim), tornando-se conhecido em todo o Brasil.
Carreira internacional
Em 1964 gravou com grande sucesso Que queres tu de mim, O trovador, Sentimental demais e Somos iguais (todas de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). Destacou-se também na América Latina, fazendo apresentações em vários países e gravando um LP com Lucho Gatica: El bolero se canta así. Com suas versões em espanhol, chegou a vender mais de 500 mil cópias na América Latina. Depois de ter dominado as paradas de sucesso locais, a partir de 1969 passou a conquistar fãs de origem latina nos EUA. Em pouco tempo tornou-se um dos mais populares cantores estrangeiros nos EUA. Apresentava um show para a comunidade latino-americana, no clube noturno "El Continente", em Nova Iorque, quando faleceu aos 43 anos, de derrame cerebral. Foi casado com a cantora Marta Mendonça, tendo dois filhos, Deusa Dutra e Altemar Dutra Júnior, este também a seguir carreira artística.
Discografia
1963 - "Mensagem" 1963 - "A Grande Revelação" 1964 - "Sentimental Demais" 1964 - "Que Queres tu de Mim" 1965 - "Eu te Agradeço" 1966 - "Sinto que Te Amo" 1967 - "Dedicatória" 1969 - "O Trovador das Américas" 1970 - "O Romântico" 1971 - "Altemar Dutra" 1971 - "Companheiro" 1972 - "A Força do Amor" 1973 - "Altemar Dutra" 1974 - "Enamorado" 1975 - "Amor de Pobre" 1976 - "Amigos" 1977 - "Sempre Romântico" 1978 - "Mais Sentimental" 1979 - "Altemar Dutra" 1980 - "Especialmente pra Você" 1980 - "Siempre Romantico - 25 Boleros Inolvidables" 1981 - "Eu Nunca Mais vou te Esquecer" 1982 - "Estranho Amor" 1983 - "Inédito" 1984 - "Altemar Dutra" 1989 - "O Trovador das Américas" 1990 - "Especial - Altemar Dutra" 1992 - "Nunca mais vou te Esquecer" 1994 - "Meus Momentos - Altemar Dutra" 1997 - "Meus Momentos Vol.II - Altemar Dutra" 2000 - "Bis- Altemar Dutra"
Antônio Gonçalves Sobral, mais conhecido como Nélson Gonçalves, (Santana do Livramento, 21 de junho de 1919 — Rio de Janeiro, 18 de abril de 1998) foi um cantor brasileiro. Segundo maior vendedor de discos da história do Brasil, com mais de 75 milhões de copias vendidas, fica atrás apenas de Roberto Carlos, com mais de 120 milhões. Seu maior sucesso foi a canção A volta do boêmio. Nasceu no Rio Grande do Sul, mudou-se com os seus pais portugueses para São Paulo, no bairro do Brás. Quando criança, era levado, para praças e feiras pelo seu pai, que fazendo-se de cego, tocava violino, enquanto ele cantava. Foi jornaleiro, mecânico, engraxate, polidor e tamanqueiro. Foi também lutador de boxe na categoria peso-médio, recebendo aos dezesseis anos o título de campeão paulista. Mesmo com o apelido de "Metralha", por causa da gagueira, decidiu ser cantor. Em uma de suas primeiras bandas, teve como baterista Joaquim Silva Torres. Foi reprovado duas vezes no programa de calouros de Aurélio Campos. Finalmente foi admitido na rádio PRA-5, mas dispensado logo depois. Nesta época, casou-se com Elvira Molla e com ela teve dois filhos. Sem emprego, trabalhou como garçom, no bar do seu irmão, na avenida São João. Seguiu para o Rio de Janeiro em 1939, onde trilhou mais uma vez o caminho dos programas de calouros. Foi reprovado novamente na maioria deles, inclusive no de Ary Barroso, que o aconselhou a desistir. Finalmente, em 1941, conseguiu gravar um disco de 78 rotações, que foi bem recebido pelo público. Passou a crooner do Cassino Copacabana (do Hotel Copacabana Palace) e assinou contrato com a Rádio Mayrink Veiga, iniciando uma carreira de ídolo do rádio nas décadas de 40 e 50, da escola dos grandes, discípulo de Orlando Silva e Francisco Alves. Alguns de seus grandes sucessos dos anos 40 foram Maria Bethânia (Capiba), Normalista (Benedito Lacerda / Davi Nasser), Caminhemos (Herivelto Martins), Renúncia (Roberto Martins / Mário Rossi) e muitos outros. Maiores ainda foram os êxitos na década de 50, que incluem Última Seresta (Adelino Moreira / Sebastião Santana), Meu Vício É Você e a emblemática A Volta do Boêmio (ambas de Adelino Moreira). Na década de 50, além de shows em todo o Brasil, chegou a se apresentar em paises como Uruguai, Argentina e Estados Unidos, no Radio City Music Hall. Em 1952, casou-se com Lourdinha Bittencourt, substituta de Dalva de Oliveira no Trio de Ouro. O casamento durou até 1959. Em 1965, casa-se de novo, com Maria Luiza da Silva Ramos, com quem teve dois filhos, Ricardo da Silva Ramos Gonçalves e Maria das Graças da Silva Ramos Gonçalves. A caçula tem seu apelido no refrão da música Até 2001. (É no gogo gugu). No entanto, o seu envolvimento com a cocaína, em 1958, tendo, inclusive, sido preso em flagrante em 1965 e passado um mês na Casa de Detenção, o que lhe trouxe problemas pessoais e profissionais. Superada a crise, lançou o disco A Volta do Boêmio nº1, um grande sucesso. Após abandonar o vício com o apoio de sua mulher, retomou uma carreira bem sucedida. Continuou gravando regularmente nos anos 70, 80 e 90, reafirmado a posição entre os recordistas nacionais de vendas de discos. Além dos eternos antigos sucessos, Nélson Gonçalves sempre se manteve atento a novos compositores, e chegou a gravar canções de Ângela Rô Rô (Simples Carinho), Kid Abelha (Nada por Mim), Legião Urbana (Ainda É Cedo) e Lulu Santos (Como uma Onda).
Ganhador de um prêmio Nipper da RCA, dado aos que permanecem muito tempo na gravadora, sendo somente Elvis Presley o outro agraciado. Durante sua carreira, gravou mais de duas mil canções, 183 discos em 78 rpm, 128 álbuns, vendeu cerca de 78 milhões de discos, ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Morreu em consequência de um enfarte agudo do miocárdio no apartamento de sua filha Margareth, no Rio de Janeiro.
Dramatizações
A vida de Nélson Gonçalves teve sua biografia dramatizada nas seguintes obras: Na década de 90, foi encenado nas principais capitais do país o musical Metralha. Em 2001 foi lançado o documentário Nélson Gonçalves, contando a sua trajetória, com direção de Elizeu Ewald e protagonizado por Alexandre Borges e Júlia Lemmertz, e tendo a sua filha Margareth Gonçalves como produtora executiva.
Discografia
Ver artigo principal: Discografia de Nelson Gonçalves Também houve outra produção falando de sua vida
Maiores sucessos (ordem cronológica)
1941 - Se Eu Pudesse um Dia 1942 - Dorme que Eu Velo por Ti 1942 - Fingiu Que Não Me Viu 1942 - Renúncia 1943 - Noite de Lua 1943 - Quando a Saudade Vier 1943 - Não Sou Feliz nos Amores 1943 - A Saudade É um Compasso de Mais 1943 - A Mulher do Seu José 1943 - Solidão 1943 - Perfeitamente 1944 - Sabiá de Mangueira 1944 - Quase Louco 1944 - Dos Meus Braços Tu Não Sairás 1944 - Ela me Beijou 1945 - Eu Não Posso Viver Sem Mulher 1945 - Aquela Mulher 1945 - Meus Amores 1945 - Maria Bethânia 1946 - Pelas Lágrimas 1946 - Seus Olhos na Canção 1946 - Segure no Meu Braço 1946 - Quando É Noite de Lua 1946 - Menina dos Olhos 1946 - A Você 1946 - Coração 1946 - Espanhola 1947 - Dona Rosa (com Isaura Garcia) 1947 - Segredo 1947 - A Rainha do Mar 1947 - Odalisca 1948 - Princesa de Bagdá 1948 - Perdôo, Sim 1949 - Normalista 1949 - Quando Voltares 1949 - Pepita 1952 - Confete Dourado 1953 - Camisola do Dia 1953 - Meu Vício É Você 1954 - Carlos Gardel 1954 - Francisco Alves 1955 - Último Desejo 1955 - Esta Noite me Embriago 1955 - Hoje Quem Paga Sou Eu 1956 - Nossa Senhora das Graças 1956 - Por um Beijo de Amor 1956 - Meu Vício É Você 1956 - Natal Branco (com o Trio de Ouro) 1957 - A Volta do Boêmio 1957 - Pensando em Ti 1957 - História da Lapa 1957 - Grilo Seresteiro 1958 - Escultura 1958 - Pensando em Ti 1959 - Prece ao Sol 1959 - Revolta 1959 - Deusa do Asfalto 1960 - Meu Dilema 1960 - Chore Comigo 1960 - Queixas 1961 - Negue 1961 - Fica Comigo Esta Noite 1962 - Dois Amores 1963 - Enigma
Anísio Silva(Rio do Antônio, 29 de julho de 1920 – Rio de Janeiro, 18 de fevereiro de 1989) foi um cantor e compositor brasileiro de estilo romântico bolero. Anísio Silva nasceu a 29 de julho de 1920 numa fazenda, hoje pertencente ao município baiano de Rio do Antônio, na época território da cidade de Caculé, então em fase de emancipação da cidade de Caetité. Antes de iniciar carreira artística foi balconista de farmácia.
Anísio Silva iniciou sua carreira em 1952, no Rio de Janeiro, já no estilo romântico. Em 1957, assinou contrato com a gravadora Odeon, na qual viveria a melhor fase de sua carreira. Nesse ano seu primeiro grande sucesso "Sonhando Contigo", título também de seu primeiro LP. O segundo, veio dois anos mais tarde intitulado "Anísio Silva Canta Para Você" da qual se destacou a guarânia "Quero beijar-te as mãos", de Arsênio de Carvalho e Lourival Faissal.
Mas o grande estouro de sua carreira veio em 1960, com o lançamento do disco "Alguém Me Disse" quando vendeu mais de dois milhões de cópias deste disco, tornando-se o primeiro cantor do Brasil a ganhar o disco de ouro. A faixa-título, um bolero de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, tornou-se o maior sucesso da carreira de Anísio. A música foi regravada pela cantora Gal Costa em 1988. Voltou a gravar ao longo de sua carreira inúmeras músicas da dupla Jair Amorim-Evaldo Gouveia.
Em 1962, gravou mais um disco "O Romântico" com mais êxitos como: "Abraça-me", de Almeida Rego e Antônio Correia; "Ave-Maria dos namorados", de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. Gravou seus dois LPs pela Odeon no ano seguinte: "Só Penso Em Ti" e "Canção do Amor Que Virá". O último disco do período veio em 1964, intitulado "Estou Chorando Por Ti". Ficou afastado da vida artística por um período de três anos. "Retorno" (1967) e "Lembrança de Você" (1968) foram seus últimos trabalhos pela Odeon. Afastando-se novamente em 1968, para dirigir uma casa noturna de sua propriedade no Rio de Janeiro. Voltou esporadicamente à carreira artística. Vendeu mais de dez milhões de discos. Morreu no Rio de Janeiro de infarto em seu apartamento no bairro do Flamengo, em 18 de fevereiro de 1989. Teve apenas dois filhos de seu único casamento: Jocely e Vini Silva.
Primeiro cantor no Brasil a ganhar o Disco de Ouro por ter vendido mais de dois milhões de cópias do LP "Alguém me Disse" em 1960 Amigo do Presidente Juscelino Kubitschek, Anísio Silva cantou na inauguração de Brasília em 1960Apelidado de o rei do Bolero Ficou sete anos como numero um no Brasil segundo o Nopen Campeão de vendagens de discos na época no Brasil, Argentina, Paraguai, Portugal Recordista em Direitos Autorais segundo a revista do rádio da época Artista que mais vendia na gravadora Odeon Gravou mais de 50 discos entre LPs, Compactos Em 1994 sua gravação de "Alguém me disse" foi incluída pelo crítico Ricardo Cravo Albin na coleção "As 100 músicas do século XX" Ainda hoje seus discos são relançados em CD pela EMI Music Mesmo tendo falecido em 1989 suas músicas são ainda muito executadas no Brasil e no Exterior
Discografia
Anisio Silva: Aclamado como o rei do boleroMuitas coletâneas já foram lançadas pela gravadora EMI (que detêm o acervo da Odeon) dedicadas a Anísio, mas a discografia original somente "Alguém Me Disse" é possível ser encontrado em CD.
1952 - Um passarinho tristonho/Quando eu me lembro - (Star 78) 1953 - Aquela noite/Um grande amor - (Copacabana 78) 1957 - Sempre contigo/Sonhando contigo - (Odeon 78) 1957 - Sonhando contigo - (Odeon LP) 1958 - Abismo/Não me diga adeus - (Odeon 78) 1958 - Se eu pudesse esquecer/Interesseira - (Odeon 78) 1958 - Vida, vida/Fingimento - (Odeon 78) 1958 - Tu, somente tu/Não digo o nome - (Odeon 78) 1959 - Amor de mãe (Com Dalva de Oliveira) - (Odeon 78) 1959 - A canção de minha mãe/Minha mãe - (Odeon 78) 1959 - Onde estás agora/Desencanto - (Odeon 78) 1959 - Vai/Quero beijar-te as mãos - (Odeon 78) 1959 - Anísio canta para você - (Odeon LP) 1959 - Desilusão/Devolva-me - (Odeon 78) 1959 - Pressentimento/Destino - (Odeon 78) 1959 - Quero beijar-te as mãos - (Odeon LP) 1960 - Me leva/Alguém me disse - (Odeon 78) 1960 - Alguém me disse - (Odeon LP) 1960 - Estou pensando em ti/Por toda a vida - (Odeon 78) 1960 - Beija-me depois/Onde está você - (Odeon 78) 1960 - O nosso amor voltará/Nós dois, nossa vida - (Odeon 78) 1960 - Anísio Silva - (Odeon LP) 1961 - Noite e dia/Onde estarás - (Odeon 78) 1961 - Dolores/Eu já fiz tudo - (Odeon 78) 1961 - Beija-me depois - (Odeon LP) 1962 - Que Deus me dê/Se a vida parasse - (Odeon 78) 1962 - Deixa-me ficar/Abraça-me - (Odeon 78) 1962 - O romântico - (Odeon LP) 1963 - Um dia em Portugal/Quem tudo quer nada tem - (Odeon 78) 1963 - Só penso em ti - (Odeon LP) 1963 - Canção do amor que virá - (Odeon LP) 1964 - Estou chorando por ti - (Odeon LP) 1964 - Copacabana feiticeira/Tudo foi ilusão - (Repertório 78) 1964 - Se conselho fosse bom/Um coração que chora - (Repertório 78) 1964 - Anágua/Sem razão - (Repertório 78) 1964 - Eu queria saber/Salve São Paulo - (Santa Anita 78) 1967 - Retôrno - (Odeon LP) 1968 - Lembrança de você - (Odeon LP) 1970 - Anísio Silva - (Continental LP) 1972 - Anisio Silva - (Continental LP) 1975 - Anísio Silva - (Copacabana LP) 1997 - Meus momentos - (EMI MUSIC CD) 1998 - Seleção de Ouro/Anísio Silva-Grandes sucessos - (EMI MUSIC CD)
Silvana foi uma cantora brasileira que fez sucesso com a música Pombinha Branca em 1962. Trabalhou na extinta gravadora Copacabana e fez shows no Brasil, nos Estados Unidos e em países da América Latina. Gravou com Rinaldo Calheiros e Marco Aurélio.Também gravou com relativo sucesso,as músicas: 'Eu Não Devia Ter Acreditado',Como vai Você' , 'No Colo da Noite' e 'Se Deus me Ouvisse'.
Cantor Brasileiro nascido em 1940 Maceió, AL Formou-se na Escola Técnica da Aeronáutica e foi servir na base aérea de Natal. Porém, um acidente automobilístico fez com que fosse reformado. Estreou na Rádio Poty de Natal, cidade onde consolidou sua carreira, sendo considerado o astro galã daquela rádio. Em 1951 passou a atuar como vocal no Trio Acaiaca, juntamente com Chico Elion no violão e João Juvanklin no acordeom. Em 1955 gravou seu primeiro disco, pela Mocambo, interpretando "Se eu fracassar", de Chico Elion. No ano seguinte gravou o samba "Se eu fracassar" e o samba canção "Ranchinho de paia", de Chico Elion, e o bolero "Minha inspiração", de William Leon e Sílvia Silva. Em 1957 gravou o frevo canção "Ingratidão", de Neusa Rodrigues e José Menezes. Nesse ano, ficou em segundo lugar na escolha para "Rei e Rainha do Rádio" com 177.900 votos. Em 1960 passou aresidir em São Paulo, onde gravou inúmeros discos, pelas gravadoras Continental, CBS e Columbia. Gravou com as orquestras Mocambo e Jazz Paraguary. Em 1961, ingressou na gravadora Copacabana e lançou o LP "Em tudo existe o amor", LP no qual interpretou "Meu sonho é você", de Altamiro Carrilho e Átila Nunes, "Canção do sofrer", de José Messias, "Melodia singela", dos Irmãos Orlando, "Amor", de Antenógenes Silva e Ernâni Campos, "Esperes por mim", de Claudionor Santos e Rubens Machado, "Teus ciúmes", de Lacy Martins e Aldo Cabral, "Eternamente", de Nelson Castro e Rossini Pacheco, "Fracassei", de Cláudio Paraíba e A. Chamarelli, "Por teu amor (Away all boats)", de F. Skiner, A. Skiner e Adelson, com versão de Collid Filho, "Em tudo existe o amor", de Pachequinho, Antônio Almeida e Nilo Barbosa, e "Juro por Maria", de João Barone. Em 1962, lançou dois LPs pela Copacabana. O primeiro foi "Ouvindo-te com amor" gravado em conjunto com a cantora Silvana, disco no qual interpretaram em dueto os tangos "Amor", de Antenógenes Silva e Ernâni Campos, "Cantando", de Mercedes Simone e versão de Virgínia Amorim, "Jura-me", de Maria Grever, e versão de Osvaldo Santiago, e "Onde estás coração", de L. M. Serrano e A. P. Berto, e versão de Ubirajara Silva, e o bolero "Eternamente", de Nelson Castro e Rossini Pacheco. No mesmo disco, ele interpretou sozinho a guarânia "Teu casamento (Tu boda)", de A. Salas e versão de Sebastião Ferreira da Silva, e a balada "Chorando (Crying)", de R. Orbison e J. Melson, em versão de Rossini Pinto. O outro LP lançado no mesmo foi "Mensagem de amor" no qual interpretou tangos e boleros: "Mensagem de amor", de Pachequinho, Arlindo Marques Júnior e Roberto Roberti, "Diga que sim", de Airton Borges, "Que Deus me dê", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, "Contigo", de Cláudio Estrada e versão de Julio Nagib, "Olhar proibido", de Erasmo Silva, "Outro amor", de Antenógenes Silva e Ernâni Campos, "Jamais te esquecerei", de Antônio Rago e Juraci Rago, "Cristal", de Mariano Mores e José Maria Contursi com versão de Haroldo Barbosa, "Nostalgias", de Enrique Cadicamo e J. C. Cobían, e versão de Juraci Rago, "Esquina da ilusão", de Luis Roberto e Silvério Neto, "Aventureira (El Choclo)", de A. Villoldo e M. Catan, com versão de Haroldo Barbosa, e "Último ato", de Sergio Malta e Helder Camara.
Discografia
([S/D]) Uma lágrima tua • Copacabana • LP ([S/D]) Seu adeus • Copacabana • LP (1998) Seleção de ouro 20 sucessos • EMI/Copacabana • LP (1977) Rinaldo Calheiros • Beverly • CD (1974) Com amor • Som hi-fi • LP (1966) A voz que emociona • CBS • LP (1962) Ouvindo-te com amor • Copacabana • LP (1962) Mensagem de amor • Copacabana • LP (1961) Em tudo existe o amor • Copacabana • LP (1956) Ranchinho de paia/Minha inspiração • Mocambo • 78 (1955) Se eu fracassar • Mocambo • 78